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12/06/2013

Lula Colossal para Cachalotes: presa ou ameaça?






A lula colossal, é provavelmente a maior espécie de lula existente no mundo.


A lula colossal, (Mesonychoteuthis hamiltoni), é provavelmente a maior espécie de lula existente e o único membro do gênero Mesonychoteuthis.








A lula colossal tem a maior cabeça de todos os tipos de lulas, ultrapassando até a lula gigante (Architeuthis).


A lula colossal tem a maior cabeça de todos os tipos de lulas, ultrapassando até a lula gigante (Architeuthis), no tamanho e na robustez. A lula colossal também possui os maiores olhos do reino animal medindo o tamanho de um prato, têm dois bicos enormes e afiados, garras giratórias em forma de ganchos, profundamente fixadas em seus tentáculos.





A lula colossal possui garras giratórias em forma de ganchos, profundamente fixadas em seus tentáculos.


Vive nas profundezas do Oceano Antártico e estima-se que ela possa ultrapassar os 14 metros de comprimento. Sendo assim, a lula colossal é considerada o maior invertebrado do planeta.





A lula-colossal se utiliza da bioluminescência para encontrar a presa no mar profundo.


Pouco se sabe sobre a vida da lula colossal, ela é caçadora como as outras pequenas e se utiliza da bioluminescência para encontrar a presa no mar profundo. Conforme os bicos destas lulas encontrados nos estômagos de cachalotes estima-se o tamanho de animais adultos, já que poucas foram capturadas e alguns hábitos de vida em profundidade de cerca de 2.200 metros os adultos, enquanto que os mais jovens em torno dos 1.000 metros.





Muitos cachalotes (baleias) carregam cicatrizes causadas pelos tentáculos da lula-colossal.


Muitos cachalotes (baleias) carregam cicatrizes causadas pelos tentáculos da lula colossal, que possuem ganchos nas suas ventosas que podem causar feridas profundas. A lula colossal é uma das principais presas para os cachalotes que se alimentam no Oceano Antártico; 14% dos tentáculos de lula encontrados nestas baleias são da lula colossal.





O molusco que pesava 495 quilos tinha olhos do diâmetro de pratos de comida.



Recentemente pescadores da Nova Zelândia encontraram em águas antárticas uma lula colossal com mais de 14 metros de comprimento. A lula colossal pesava 495 quilos tinha olhos do diâmetro de pratos de comida. O animal foi fisgado por acidente, trazido a bordo e conservado no gelo, sendo enviado para estudo na Universidade de Tecnologia de Auckland, Nova Zelândia. Esse foi o maior exemplar de lula colossal já encontrado e está exposto no Museu da Nova Zelândia, Te Papa Tongarewa, em Wellington.


A lula colossal, ao contrário das lulas gigantes (Architeuthis) à medida que cresce vai adquirindo uma forma de cabeça arredondada. Os tentáculos são grandes para agarrarem a presa no gélido mar de Ross. O corpo flutua, enquanto seus tentáculos buscam uma presa. Por esta capacidade de flutuar, as lulas moribundas sobem até a superfície. Essa é uma forma muito comum de encontrar lulas gigantes ou colossais.


Classificação científica:


Reino – Animalia


Filo – Mollusca


Classe – Cephalopoda


Ordem – Teuthida


Família – Cranchiidae


Gênero – Mesonychoteuthis


Espécie – M. Hamiltoni


A lula gigante na mitologia





Kraken, espécie de polvo ou lula gigante que ameaçava os navios.


O monstro do mar com uma característica marcante ao longo de toda mitologia é a lula colossal. A lula colossal é mencionada em vários textos mitológicos e o mais provável é que esteja associada com os monstros da Noruega e da Islândia, a temida Hidra da Grécia antiga e Cila da Odisseia de Ulisses (Cila – uma ninfa que se transformou em um monstro marinho). Lendas gregas e escandinavas retratam o Kraken como um gigantesco polvo de várias centenas de metros como a criatura com capacidade e destreza únicas um destruidor de navios. Embora pareça estranho a lenda do Kraken é a mais provável interpretação da lula colossal nos dias atuais.





Ânfora grega onde Hercules é visto lutando com uma Hidra de Lerna.


Ela é pesquisada a partir de suas primeiras representações, como ilustra uma ânfora grega onde Hércules é visto lutando com uma Hidra de Lerna. A Hidra aparece como segundo trabalho de Hércules no qual o monstro do mar deve ser morto. Na Odisseia de Ulisses vê seu navio quase devorado por um redemoinho nas águas cheias de sereias existe também a Cila, um monstro gigantesco, uma criatura sobrenatural de 4 metros e seis cabeças sobre longos pescoços, Cilaconsegue matar seis homens antes de sua fuga. Esta descrição antiga de Cila mostra muitas semelhanças com a lula gigante ou colossal moderna. Embora não seja comum ao conhecimento público, lulas gigantes sempre existiram e de até 20 metros de comprimento, são originárias dos oceanos em todo o mundo e são retratadas como predadores agressivos e ferozes, no entanto a ciência sugere o oposto.


A reputação mortal do Kraken no passado mitológico tem esta definição para seu equivalente dos dias de hoje e apesar de nenhuma evidência comprovada, seu organismo, complexão física, movimentos e principalmente sua aparência faz do nosso animal uma fonte inesgotável para imaginação de grandes histórias num mundo.





Fonte: http://www.blog.mcientifica.com.br/a-lula-colossal/

01/04/2013

Pesquisador estuda gafanhoto que existe há milhões de anos no RS



Em meio ao solo avermelhado dos areais de São Francisco de Assis, no Oeste do Rio Grande do Sul, uma espécie de grande importância geológica e ambiental pode passar despercebida. O Gmmexecha virens ou gafanhoto-das-areias tem a aptidão de se camuflar no ambiente. Para notá-lo em meio à terra, somente o olhar atento, como o do geógrafo Luís Alberto Pires da Silva, que estuda a espécie.

De acordo com o geógrafo, a adaptação do gafanhoto-das-areias levou muito tempo para se desenvolver. Há pelo menos 200 milhões, quando o estado era deserto, a espécie vivia em ambiente mais seco e em solos pobres em cobertura vegetal. A pele, então, adquiriu uma camuflagem muito semelhante a grãos de areia. O artifício serve para enganar os predadores.

Para conferir mais acesse: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/nossa-terra/2013/noticia/2013/04/pesquisador-estuda-gafanhoto-que-existe-ha-milhoes-de-anos-no-rs.html .

Descoberta nova espécie de anfíbio que parece cobra


Foi publicada este mês no periódico PLoS One a descrição de uma nova espécie de gimnofiono, a mesma ordem da “cobra-pênis”, como ficou conhecido na imprensa e em redes sociais um animal raro encontrado no Brasil em 2011, por causa de seu formato. Essa ordem inclui também os bichos popularmente conhecidos como "cobras-cegas".

A nova espécie agora anunciada vive na Guiana Francesa e se chama Microcaecilia dermatophaga. Apesar de parecer uma cobra ou verme, trata-se na verdade de um anfíbio, ou seja, tem relação evolutiva mais próxima com um sapo do que com qualquer serpente.



Para saber mais acesse: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/04/descoberta-nova-especie-de-anfibio-que-parece-cobra.html .

29/03/2013

Artista cria bicicleta 'respiratória' para escapar da poluição em Pequim

Artista inglês Matt Hope pedala por Pequim com sua bicicleta customizada (Foto: Petar Kujundzic/Reuters)

   Um artista inglês que vive na China criou uma bicicleta "respiratória" para se ver livre da poluição do ar.
   Matt Hope, de 37 anos, instalou um sistema de filtragem caseiro que inclui um gerador de energia, uma lixeira na parte de trás do veículo, um capacete e uma máscara de respiração usada por pilotos de aviões militares.
   Nas imagens, o artista é visto nesta terça-feira (26) passeando pelas ruas de Pequim.


  Enquanto Hope pedala, a eletricidade é gerada para ativar o sistema de filtragem, que transforma a neblina em ar puro para o ciclista.
  Segundo um monitoramento feito pela embaixada americana em Pequim, a qualidade do ar na capital chinesa nesta terça-feira foi classificada como "muito insalubre".


25/03/2013

Ameaçada, baleia-cinzenta encontra refúgio no litoral mexicano


A baleia-cinzenta encontrou um lugar seguro para se reproduzir no litoral do México, onde estão sendo realizados projetos para que a espécie se livre do risco de extinção.
Graças a isso, o número de baleias cinza aumenta a cada ano no litoral do estado da Baixa Califórnia do Sul, já que nesta época os cetáceos se deslocam até as temperadas e pouco profundas águas mexicanas para encontrar seu par e dar à luz às crias.
A diretora da Reserva da Biosfera de El Vizcaíno, administrada pela Comissão Nacional de Áreas Naturais Protegidas (Conamp), Irma González, explicou à Agência Efe que nas lagoas dessa região chegaram a ser contadas 1.321 baleias (729 adultas e 592 filhotes). Esses números estão bem longe dos 62 animais adultos que foram vistos em 2009 e dos 20 em 2010.
Contemplar essas baleias, que podem medir entre nove e 15 metros de comprimento e pesar até 35 toneladas, nesta época é uma atividade frequente para os turistas que chegam à Península da Baixa Califórnia.

24/03/2013

Satélite europeu produz mapa mais preciso do início do Universo


Primeiros vestígios de luz captados após o Big Bang têm 380 mil anos.
Imagem foi feita após 15,5 meses de coleta de dados do telescópio Planck.


 Uma imagem divulgada nesta quinta-feira (21) pela Agência Espacial Europeia (ESA) mostra o mapa mais preciso já feito do início do Universo, com os primeiros vestígios de luz captados após o Big Bang – teoria dominante que explica a origem do Cosmos.

 Nessa época, o Universo tinha "apenas" 380 mil anos de idade – hoje, segundo dados obtidos pelo telescópio Planck da ESA, calcula-se que tenha cerca de 13,8 bilhões de anos, 100 milhões de anos a mais que as estimativas anteriores.

Mapa mostra primeiros vestígios de radiação identificados no Universo (Foto: ESA–Planck Collaboration/AFP)

 A imagem acima se baseia em uma coleta de dados feita ao longo de 15 meses e meio pelo Planck, lançado em 2009 em busca da primeira luz emitida depois da "Grande Explosão". Os pontos azuis e amarelos indicam variações de temperatura.

 Esse registro superdetalhado da chamada "radiação cósmica de fundo em micro-ondas" é um dos mais fortes indícios da existência do Big Bang, e carrega as "sementes" de todas as estrelas e galáxias conhecidas.

 A temperatura na ocasião chegava a 3.000° C. Antes disso, o Universo era tão quente que nenhuma luz poderia sair dele. O telescópio capturou, então, o "fóssil" do primeiro fóton (partícula elementar da luz) que surgiu no Cosmos e viajou por mais de 13 bilhões de anos para chegar até nós. Essa radiação hoje é extremamente fria, com apenas 3° C a mais que o zero absoluto (-273,15° C), e invisível – mas pôde ser detectada pelas ondas de rádio do Planck.

 Segundo os astrônomos, esses resquícios revelam a existência de traços que podem desafiar as bases da nossa atual compreensão do Universo e levar a um melhor entendimento da "receita cósmica" que o compõe.

 De acordo com uma revisão da ESA, o Universo é formado por apenas 4,9% de matéria visível, feita de átomos. Os outros 95,1% se dividem em energia escura (68,3%) e matéria escura (26,8%). Antes do Planck, acreditava-se que havia 72,8% de energia escura, 22,7% de matéria escura e 4,5% de matéria visível.

Mapa completo do céu mostra a matéria entre a Terra e o limite observável do Universo. As regiões mais claras são as de menor massa e as mais escuras, de maior. As áreas acinzentadas são as partes mais brilhantes da nossa galáxia, que bloquearam o mapeamento do Planck (Foto: ESA/Nasa/JPL-Caltech)



 "Ousamos olhar o Big Bang de perto, o que permitiu compreender a formação do Universo 20 vezes melhor que antes", disse à agência AFP o diretor geral da ESA, Jean-Jacques Dordain, ao apresentar os primeiros resultados do Planck em Paris.

 Com exceção de algumas anomalias encontradas – com as quais, segundo Dordain, os teóricos devem trabalhar durante semanas –, os dados do telescópio reforçam de maneira "espetacular" a hipótese de um modelo de Universo relativamente simples, plano e em expansão. Mas, segundo os novos resultados, esse aumento de tamanho tem ocorrido mais lentamente do que os cientistas pensavam.

 Na opinião do astrofísico George Efstathiou, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, o mapa parece uma bola de rúgbi danificada ou uma obra de arte moderna. "Mas posso garantir que alguns cientistas trocariam seus filhos por essa imagem", brincou.

 Para ter precisão absoluta e eliminar todos os sinais de interferência emitidos pela Via Láctea e por outras galáxias, o Planck conta com um instrumento de alta frequência que deve ser resfriado a um décimo de grau acima do zero absoluto.

 "Essa façanha tecnológica, feita em um ambiente sem gravidade e no vácuo, não tem equivalente, e nenhum equipamento espacial poderá ultrapassá-lo por um longo tempo", disse Dordain.

Camada de poluição provoca neblina na Índia

Níveis de poluição atingiram níveis alarmantes na capital Nova Délhi.Fenômeno é conhecido em inglês como 'smog'.



A cidade de Nova Délhi, capital da Índia, amanheceu nesta quarta-feira (7) com uma neblina, que é agravada pela poluição. O fenômeno é conhecido como “smog”, termo em inglês que faz uma junção entre as palavras “smoke” (fumaça) e “fog” (neblina) e era bastante comum nas cidades inglesas no auge da Revolução Industrial.

No caso de Nova Délhi, os ambientalistas afirmam que os níveis de poluição da cidade já atingiram níveis alarmantes, de acordo com jornais indianos. O problema começou a ser sentido na semana passada, e continua grave.
Luz do sol é ofuscada pela neblina de poluição, em Nova Délhi (Foto: AP Photo/Altaf Qadri)


Fumaça atrapalha a visibilidade dos motoristas (Foto: AP Photo/Altaf Qadri)


A Porta da Índia, cartão-postal de Nova Délhi, ficou encoberta na terça-feira (6) (Foto: AP Photo/ Manish Swarup)


Fotógrafo flagra tubarões a 50 km de praia do Rio de Janeiro




 O fotógrafo Daniel Botelho fez no último fim de semana imagens raras de tubarões que vivem na costa do Rio de Janeiro, animais que povoam grande parte do litoral brasileiro e que só podem ser vistos em áreas de mar aberto, distante da costa.

 Botelho, que se tornou um especialista em fotografar tubarões em diversas partes do mundo, e já encarou outras feras como o crocodilo-do-Nilo, na África, conta que se preparou por três anos para mergulhar com os tubarões na orla carioca.

 "Tive que planejar, levantar fundos. O mar do Rio de Janeiro não costuma registrar a presença constante de tubarões. Tanto que se tivéssemos a presença maior desses animais, seria mais uma forma de explorar o turismo na cidade”, explica Botelho.

 Ele se refere à prática de mergulho com esses animais, que é quando turistas são colocados em uma espécie de gaiola e, em seguida, ficam embaixo d'água, com segurança, para observar e fotografar tubarões, como acontece, por exemplo, na África do Sul.

As imagens foram feitas na Barra da Tijuca, mas a 50 km de distância da praia (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)


Essa espécie de tubarão é encontrada em diversas partes do mundo e vive quase sempre em mar aberto (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)

Jovem leva chifrada de rinoceronte após posar para foto na África do Sul


Fotografia mostra vítima e seu marido a poucos metros de dois animais.Sul-africana teve costelas quebradas e sofreu colapso pulmonar.


Uma jovem ficou gravemente ferida no último fim de semana ao ser atacada por um rinoceronte durante um safari na África do Sul. Segundo reportagem do jornal britânico “Daily Telegraph”, Chantal Beyer, 24, levou uma chifrada nas costas.


O chifre perfurou as costas da vítima, quebrando costelas e causando um colapso pulmonar. Beyer, que é estudante de comércio em Joanesburgo, está internada na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Krugersdorp e seu estado é estável.Uma fotografia mostra a vítima e seu marido a poucos metros de distância de dois rinocerontes-brancos, segundos antes do incidente. O casal estava no safari com um grupo de amigos.



Momentos antes do ataque, Chantal Beyer posou para foto ao lado do marido (Foto: Reprodução/Telegraph)

De acordo com a reportagem, o dono da reserva, Alex Richter, disse ao grupo de visitantes que era seguro deixar o veículo para tirar fotos. Ele ofereceu comida aos rinocerontes para trazê-los mais perto dos turistas.

Richter também teria sugerido a Beyer que a jovem “chegasse um pouco mais perto” do rinoceronte, enquanto ela posava para a foto com o marido, momentos antes do ataque.

“Havia muitos jovens no veículo e eles provavelmente sentiram que poderiam confiar em Richter, que era adulto”, disse à imprensa o tio de Beyer e porta-voz da família.

O Hotel Ridge Aloe e Reserva Natural, onde ocorreu o incidente, preferiu não comentar o caso. A reserva fica a aproximadamente 40 quilômetros de Joanesburgo.


Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/01/jovem-leva-chifrada-de-rinoceronte-apos-posar-para-foto-na-africa-do-sul.html

Orcas ficam presas em mar congelado no Canadá

Mamíferos aquáticos respiram através de um buraco no gelo.Prefeitura local aguarda um navio quebra-gelo para salvar os animais.


Um grupo de orcas apareceu na Baía de Hudson, perto da comunidade de Inukjuak, em Quebec, no Canadá. Fotos feitas na quarta-feira (09) mostram os animais se revezando para respirar através de um buraco no gelo.

A prefeitura de Inukjuak pediu ao governo canadense para enviar um navio quebra-gelo para salvar os animais.



Orcas respiram através de um buraco no gelo (Foto: Maggie Okituk/Reuters)

Pessoas observam os animais presos (Foto: Maggie Okituk/Reuters)

Prefeitura local pediu ajuda ao governo para liberar os animais (Foto: Maggie Okituk/Reuters)


Trem atropela e mata elefante na Índia


Acidente ocorreu em reserva florestal.Não houve feridos.



Um trem atropelou um elefante nesta terça-feira (5) na reserva florestal Buxa, na Índia.

O animal, adulto, morreu.

Não há informação sobre feridos no trem



Funcionário observa cadáver do elefante morto em acidente nesta terça-feira (5) em reserva florestal na Índia (Foto: AFP)

Fonte:    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/03/trem-atropela-e-mata-elefante-na-india.html

23/03/2013

Caçadores matam 89 elefantes na África, incluindo filhotes, diz WWF

Entre os animais estavam 33 fêmeas em período de aleitamento.Mortes teriam ocorrido em uma única noite, no Chade, segundo ONG.



Grupo de elefantes no Chade, na África Central
(Foto: Divulgação/IFAW)
Ao menos 89 elefantes foram mortos por caçadores na última semana nos arredores da cidade de Ganba, no Chade, na região central da África, informou a organização ambientalista WWF nesta terça-feira (19/03/2013).
Entre os animais mortos estavam 33 fêmeas em período de aleitamento e 15 filhotes, ressaltou uma nota da ONG, citada pela agência de notícias AFP.

Os caçadores eram cerca de 50 homens a cavalo, segundo líderes locais citados pelo comunicado. Eles afirmaram que o exército do Chade foi enviado para "parar os suspeitos".

As mortes teriam ocorrido em uma única noite, segundo a agência AFP. É um dos piores incidentes de caça na região desde o massacre de mais de 300 elefantes em um parque nacional nos Camarões, em fevereiro de 2012, ressaltou a WWF.

Um chefe de campanha da ONG na África Central, Bas Huijbregts, disse haver evidências de que os responsáveis pela morte dos 89 elefantes são do mesmo grupo de caçadores que mataram os 300 elefantes em Camarões. Eles seriam provenientes do Sudão, segundo Huijbregts

"Este incidente no Chade coloca em evidência a necessidade de uma abordagem regional para lutar contra a caça", acrescentou o ambientalista, que organiza a campanha contra o comércio ilegal de animais selvagens da WWF naquela região africana.

Em algumas áreas da África Central, os caçadores se aproveitam da falta de fiscalização nas fronteiras para circular de um país para o outro. Parte do dinheiro deste tráfico de animais serve para financiar grupos africanos armados, informa a WWF.

"Contudo, apenas o fim da procura por marfim em países como a Tailândia ou a China asseguraria a sobrevivência dos elefantes na África Central", considerou Huijbregts.

O preço do quilo do marfim ultrapassou os US$ 2 mil no mercado negro asiático, por causa da demanda em constante aumento, informa a agência AFP.

Segundo um relatório da WWF de dezembro de 2012, citado pela AFP, a caça de elefantes, com um lucro estimado de US$ 19 bilhões por ano, tornou-se o quarto maior mercado ilegal do mundo, atrás das drogas, da falsificação de dinheiro e do tráfico de pessoas.


Fonte:    http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/03/cacadores-matam-89-elefantes-na-africa-incluindo-filhotes-diz-wwf.html

Filhotes de dragão-de-Komodo nascem após incubação artificial

                       Sete ovos eclodiram na última semana, diz zoológico na Indonésia.
                           Répteis adultos chegam a medir três metros de comprimento.

Filhote de dragão-de-Komodo nascido em incubadora artificial (Foto: Juni Kriswanto/AFP)
Sete filhotes de dragão-de-Komodo nasceram após incubação artificial em um zoológico na Indonésia, informaram agências internacionais nesta quarta-feira (20). O resultado dá nova esperança para a reprodução da espécie, classificada como vulnerável pela lista vermelha de animais ameaçados da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).
Os ovos eclodiram na última semana. O nascimento ocorreu em um zoológico de Surabaya, a leste da Ilha de Java, segundo a agência de notícias AFP. Foram sete nascimentos, de 21 ovos depositados em incubadoras entre setembro e outubro de 2012.

O porta-voz do zoológico, Anthan Warsito, afirmou em entrevista à AFP esperar que mais sete ou oito ovos venham a eclodir nos meses de abril ou maio.

O dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis) pode chegar a medir três metros, sendo um dos maiores lagartos do mundo. A espécie, sobrevivente de eras pré-históricas, é capaz de derrubar um veado com golpes de cauda e de devorar uma cabra inteira, incluindo os chifres, segundo a AFP.

Segundo o porta-voz do zoológico, restam apenas 5 mil animais na natureza, em particular na ilha indonésia de Komodo.


Filhotes de réptil; ovos eclodiram na última semana, diz zoo (Foto: Juni Kriswanto/AFP)

Dragões-de-Komodo adultos se alimentam em zoológico na Indonésia (Foto: Juni Kriswanto/AFP)


Super fofo!


Panda de 7 meses se diverte pela 1ª vez na neve após zoo criar 'nevasca'

Cercado de pandas do Zoo de San Diego recebeu 15 toneladas de neve.Xiao Liwu, o caçula da família, subiu às costas da mãe ao ver a novidade.

O panda Xiao Liwu, de 7 meses de idade, teve a oportunidade de brincar na neve pela primeira vez nesta terça-feira (19), e divertiu visitantes do Zoológico de San Diego, na Califórnia.

O filhote, membro mais jovem da família de pandas do zoo, foi presenteado com as mais de 15 toneladas de neve artificial que foram jogadas em seu cercado.
Xiao Liwu aproveitou para brincar na neve com a mãe, Bau Yun,e escalar suas costas
 (Foto: Reuters/Ken Bohn/San Diego Zoo)




Rochas abaixo do fundo do Oceano Pacífico têm seres vivos

Organismos, como bactérias e fungos, vivem em total ausência de luz.
Segundo jornal britânico, ecossistema foi encontrado na costa dos EUA.



Uma equipe internacional de cientistas encontrou evidências de micro-organismos vivendo dentro de pedras basálticas encontradas logo abaixo do fundo do Oceano Pacífico - cobertas por 2,5 km de água e centenas de metros de sedimentos.


A pesquisa, publicada na última semana na renomada revista "Science", revelou a existência de um vasto "ecossistema" nestas rochas. Os micro-organismos (bactérias, fungos e outros seres) vivem em total ausência da luz e quase totalmente desligados do mundo exterior, segundo o jornal britânico "Daily Mail".

Exemplares de pedras foram retiradas do fundo do Pacífico, próximo à costa Oeste dos Estados Unidos. Analisando estas rochas, os pesquisadores encontraram sinais de que micro-organismos vivem ali. "Nós encontramos as primeiras evidências diretas de vida enterrada profundamentre abaixo da crosta oceânica", afirmou o biólogo Mark Lever, da Universidade da Dinamarca, um dos autores do estudo.

"Nossa descoberta sugere que há um vasto ecossistema nas rochas, que sobrevive fazendo quimiossíntese", disse Lever. A quimiossíntese é o processo de produção de matéria orgânica através de substâncias inorgânicas, sem necessidade de luz solar.

"Há pequenas porções nas rochas basálticas do fundo do oceano e a água escorre sobre elas", afirmou o pesquisador. "A água provavelmente reage com compostos minerais e ferro, e libera hidrogênio. Os micro-organismos usam o hidrogênio como fonte de energia para converter dióxido de carbono em material orgânico."

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/03/rochas-abaixo-do-fundo-do-oceano-pacifico-tem-seres-vivos-diz-estudo.html

22/03/2013

Cientistas usam roupa espacial para simular condições no planeta Marte



Cientistas vestidos com trajes espaciais participaram de uma simulação das condições de vida no planeta Marte durante um mês inteiro, informaram agências internacionais nesta sexta-feira (22). Organizada pelo Fórum Espacial da Áustria, a simulação ocorreu na parte norte do Deserto do Saara, dentro do Marrocos, na África, e incluiu o teste de uma série de equipamentos.
A roupa espacial, chamada de Aouda.X, foi testada em situações de subida e descida de morros, na coleta de material do solo e com a montagem de instrumentos diversos.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/03/cientistas-usam-roupa-espacial-para-simular-condicoes-no-planeta-marte.html

Bom trabalho agricultores!!

AGRICULTORES DE  GO CRIAM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO QUE GUARDA ÁGUA DA CHUVA



Nas áreas irrigadas, o sistema permite que todo mundo seja beneficiado.
A água vem da chuva e cada produtor é responsável por fiscalizar o vizinho.

Do tempo em que a roda d’água era usada nas fazendas até os modernos pivôs de irrigação de hoje em dia, muita coisa mudou. Lentamente, eles se movimentam no meio das lavouras, impulsionados pela energia elétrica e fazem as vezes da chuva.

Em Cristalina, no leste de Goiás, são mais de 600 pivôs. Eles irrigam 54 mil hectares de lavouras de cenoura, beterraba, soja e café. Esses produtos garantem a Cristalina o maior PIB agrícola do Brasil, no valor de R$ 1,3 bilhão.

Toda a água vem da chuva que cai na região e fica armazenada em barragens construídas nos córregos e rios, explica o superintendente de irrigação do estado de Goiás, Alécio Maróstica. “Nessa região, chove em torno de 1.500 a 1.600 milímetros por ano. Isso chove em um período de outubro a março. Grande parte dessa água ia para o mar. Daí, uma parte dessa água nós resolvemos armazenar. É isso que é feito aqui com as barragens”.

O modelo começou a ser implantado na década de 90, quando faltou água para muitos produtores, por causa da expansão da agricultura.

Só consegue autorização para a construção da barragem o produtor que instala um sistema que permite a passagem da água do rio ou do córrego, em qualquer época do ano. O equipamento fica na parte mais funda da represa.

A “passagem de fundo”, como é conhecido, o sistema é instalada para garantir uma vazão mínima calculada no período mais seco do ano, no mês de agosto. O produtor tem de respeitar o limite, caso contrário é autuado.


Vulcões causaram extinção em massa de animais



Um estudo publicado pela renomada revista "Science", na edição desta semana, traz evidências de que a atividade intensa de vulcões há cerca de 200 milhões de anos provavelmente levou à extinção de cerca de metade das espécies de animais da Terra no período, conhecido como o fim do Triássico.
A pesquisa foi realizada por cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), da Universidade de Columbia, da Universidade Rutgers e da Universidade Stony Brook, todas nos EUA.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/03/vulcoes-causaram-extincao-em-massa-de-animais-diz-estudo.html

Qualidade de rios em nove estados está ruim ou regular, aponta estudo






Avaliação feita em 30 rios, córregos e um açude, distribuídos por nove estados, indica que a qualidade da água de 70% dos locais analisados é regular e os 30% restantes tem nível ruim.

Nenhum dos pontos de coleta conseguiu a soma necessária para alcançar os níveis bom ou ótimo, de acordo com a análise feita pela organização não-governamental SOS Mata Atlântica, divulgada na véspera do Dia Mundial da Água, comemorado nesta sexta-feira (22).

De acordo com a ONG, 27 rios, dois córregos e um açude foram analisados entre janeiro e dezembro do ano passado em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Bahia e Sergipe. Destes corpos d’água, 26 foram verificados pela primeira vez.

Para saber mais: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/03/qualidade-de-rios-em-nove-estados-esta-ruim-ou-regular-aponta-estudo.html

Quase 40% da água tratada no Brasil é desperdiçada, aponta estudo




Em São Paulo, R$ 250 milhões são investidos todos os anos para diminuir as perdas, mas o problema continua. A situação é mais crítica na Região Norte, onde mais da metade do faturamento é perdido.

Além da falta d'água, tem o desperdício. Um estudo mostra que quase 40% da água tratada no Brasil é desperdiçada. Só em São Paulo, R$ 250 milhões são investidos todos os anos para diminuir as perdas, mas o problema continua.

A rede que distribui a água na cidade é considerada velha e muitos trechos precisam passar por manutenção. Os vazamentos são o maior problema, e podem causar um estrago bilionário.

gua que corre solta nos canos sem manutenção, nas ligações clandestinas. No Brasil, desce pelo ralo quase 40% do faturamento das empresas operadoras por causa das perdas de água. A situação é mais crítica na Região Norte, onde mais da metade do faturamento é perdido. A média de perda da Europa é 15%, do Japão, 3%.

gua que corre solta nos canos sem manutenção, nas ligações clandestinas. No Brasil, desce pelo ralo quase 40% do faturamento das empresas operadoras por causa das perdas de água. A situação é mais crítica na Região Norte, onde mais da metade do faturamento é perdido. A média de perda da Europa é 15%, do Japão, 3%.